Lançamento do livro

NECROPOLÍTICA
E REFLEXÕES

ACERCA DA POPULAÇÃO NEGRA NO TERRITÓRIO BAIANO

Uma reflexão sobre Juventude Segurança Pública Necropolítica Resistência

Capa do livro Necropolítica e Reflexões
Contracapa do livro Necropolítica e Reflexões
Lombada do livro Necropolítica e Reflexões
Sinopse

Uma obra sobre mídia, poder e o direito à vida

A partir da Chacina do Cabula, ocorrida em 2015 em Salvador, este livro investiga como a imprensa baiana narrou o episódio e as disputas de sentido que envolveram versões policiais, denúncias do Ministério Público e as vozes silenciadas das vítimas e de suas famílias.

Em diálogo com o conceito de necropolítica, a obra convida o leitor a refletir sobre a distribuição desigual da proteção à vida e da exposição à morte, e sobre como certos corpos e territórios são historicamente marcados pela violência do Estado.

Um pouco sobre mim...

Sou baiana, socióloga por formação e pesquisadora por convicção. Desde muito cedo, o que me movia era entender por que certas histórias são contadas, e outras, silenciadas.

Depois de anos estudando as relações entre mídia, segurança pública e violência de Estado, entendi que não bastava escrever só para a academia. Este livro nasceu da vontade de levar essas reflexões para além dos muros da universidade, para quem viveu, e vive, essas histórias na pele.

Taiane Almeida Santos
Ao final, permanece uma questão simples e perturbadora: por que algumas mortes provocam comoção, enquanto outras são rapidamente transformadas em mais um número?
Capa e contracapa do livro Necropolítica e Reflexões
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NECROPOLÍTICA E REFLEXÕES ACERCA DA POPULAÇÃO NEGRA NO TERRITÓRIO BAIANO

Juventude, segurança pública e corpos silenciados

Autopublicação Apoio: Política Nacional Aldir Blanc Feira de Santana, BA
Pág. 23–24
Ouça uma prévia do audiolivro

Uma introdução às questões que atravessam Necropolítica e Reflexões Acerca da População Negra no Território Baiano.

Trecho do audiobook
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Taiane Almeida Santos

Escritora, produtora e cientista social

Taiane Almeida Santos

Cientista social, mestra em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), professora de Sociologia, pesquisadora e produtora cultural. Sua trajetória é marcada pelo estudo das relações entre mídia, segurança pública, violência de Estado, desigualdades raciais e territórios negros.

  • Mestra em Ciências Sociais (UFRB)
  • Pós-graduanda em Cultura Afro-Brasileira e Povos Indígenas (IFBAIANO)
  • Bacharel em Ciências Sociais (UFRB)
A violência não se distribui ao acaso, ela se inscreve em corpos e territórios historicamente marcados pelas desigualdades.
Quais mortes produzem indignação pública e quais violências seguem sendo narradas como parte natural da ordem social?

Pesquisa e produção cultural

Livro Necropolítica e Reflexões nas mãos do leitor
[...] fazer com que ações letais sejam apresentadas como necessárias à preservação da ordem, enquanto determinadas mortes são naturalizadas ou reduzidas a consequências inevitáveis da segurança pública.

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